sábado, 5 de fevereiro de 2011
GALÁXIA
Uma das coisas mais lindas da Criação é visualizar o movimento da espiral galáctica onde todos aqueles mundos, sistemas e estrelas movem-se para o centro e ai desaparecem naquilo que chamam de buraco negro. Mistério incrivel esse...
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
NÃO SOU MESTRE DE NINGUÉM
Não sou mestre de ninguém,
Ninguem é discípulo meu.
Sou como a flexa na encruzilhada,
Cuja missão é apontar o caminho certo -
E depois ser abandonada...
Se o viandante não ultrapassar a seta,
Não cumpre o desejo da mesma.
Ai de mim se eu não for abandonado!
Se o viandante parar diante de mim,
Contemplando a minha forma e cores,
Se, em vez de demandar
A invisível longinguidade
Se enamorar da minha visível propinguidade,
Não compreender a minha mensagem,
Que aponta para além de mim,
Rumo ao infinito...
Ai de mim, se eu for espelho,
Perante o qual os homens parem
Para se contemplarem a si mesmos,
Em mortífero narcisismo!
Feliz de mim, se eu for janela aberta,
Que permita visão de horizontes longinguos,
Passagem franca para o infinito!
Não sou mestre de ninguém,
Ninguém é discípulo meu!
Indico a todos o Mestre invisível,
Que habita na alma de cada um
E para além de todos os mundos.
Sinto-me feliz, quando o viajor,
Orientado pela legenda da minha seta,
Me abandona e vai em demanda
Da indigitada meta
Em espontânea liberdade,
Rumo a longíngua felicidade...
(Do livro: A Vóz do Silêncio-Huberto Rohden)
Ninguem é discípulo meu.
Sou como a flexa na encruzilhada,
Cuja missão é apontar o caminho certo -
E depois ser abandonada...
Se o viandante não ultrapassar a seta,
Não cumpre o desejo da mesma.
Ai de mim se eu não for abandonado!
Se o viandante parar diante de mim,
Contemplando a minha forma e cores,
Se, em vez de demandar
A invisível longinguidade
Se enamorar da minha visível propinguidade,
Não compreender a minha mensagem,
Que aponta para além de mim,
Rumo ao infinito...
Ai de mim, se eu for espelho,
Perante o qual os homens parem
Para se contemplarem a si mesmos,
Em mortífero narcisismo!
Feliz de mim, se eu for janela aberta,
Que permita visão de horizontes longinguos,
Passagem franca para o infinito!
Não sou mestre de ninguém,
Ninguém é discípulo meu!
Indico a todos o Mestre invisível,
Que habita na alma de cada um
E para além de todos os mundos.
Sinto-me feliz, quando o viajor,
Orientado pela legenda da minha seta,
Me abandona e vai em demanda
Da indigitada meta
Em espontânea liberdade,
Rumo a longíngua felicidade...
(Do livro: A Vóz do Silêncio-Huberto Rohden)
A CAVALGADA DAS VALQUÍRIAS
Autoria de Richard Wagner, que sendo um grande místico e sabendo captar a essência dos elementos em suas primeiras combinações, homenageou as Sílfides, deusas do ar, Nesta obra, visitamos o Nirvana e encontramos uma nova luz. (imagens e texto extraido do Livro A Cor do Som-Mil Drummond)
SONATA AO LUAR
Ao ouvir a Sonata ao Luar, de Bethoven, algúem já imaginou que ela pudesse ser colorida? Sons e cores eternamente hão de coexistir e se corresponderem. É uma composição dígna de admiração e reverência. (imagens e texto extraido do Livro A Cor do Som-Mil Drummond)
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